Sabe quando cada cliente volta
Mede o ritmo de cada cliente em cada produto e mostra quem já passou da hora de pedir.
A lista de quem ligar hoje, pronta toda manhã.
O Tradutto Varejo mede o ritmo de compra de cada cliente e te entrega a lista — com nome, produto e quantidade. Toda manhã.
Sem cartão. Os 18 são de uma loja de embalagens real, com 295 clientes.
O produto, a quantidade e o intervalo saíram do histórico dele — nada foi digitado.
Cada compra vira um intervalo. Três compras já viram um ritmo.
Mediana, não média — uma compra fora do normal não estraga a conta.
Passou do normal dele, sobe pro topo da lista de hoje.
Quem está em dia não aparece. Lista curta é lista que se usa.
Com o produto dele, a quantidade dele e o preço dele.
Uma conversa por vez — nunca lista de transmissão.
Arraste pro lado — ou use as setas do teclado.
Mede o ritmo de cada cliente em cada produto e mostra quem já passou da hora de pedir.
A lista de quem ligar hoje, pronta toda manhã.
Chegou lote novo? A ficha do produto lista quem leva, quanto leva, quanto paga e quem sumiu.
Produto certo, pessoa certa — sem incomodar os outros 280.
O XML da nota do fornecedor vira produto, custo com frete e IPI rateados, saldo e boleto — sem você digitar uma linha. A contagem de prateleira registra a diferença em vez de escondê-la.
Nota de 40 itens vira entrada em dois cliques.
Uma lista, vários fornecedores. Ele compara na mesma unidade, rateia o frete e mostra o vencedor de cada item — e responde se vale dividir o pedido ou concentrar num só.
Para de decidir compra por preço de caixa e passa a decidir por preço de unidade.
Somar os dois numa média faz você tratar a padaria de toda semana igual à dona Marisa de mês em mês.
Nesta loja, 71% do dinheiro vem de 18% das vendas.
Imposto do seu regime, cartão, comissão e custo fixo dentro do preço — numa barra só.
Simples, Presumido ou Real. E o cadastro fiscal nasce pronto, lido do XML do fornecedor.
Pagar, receber, fluxo dia a dia com saldo acumulado e conciliação com o extrato (OFX).
Com o item, a quantidade e o intervalo daquele cliente. Você confere e manda do seu próprio WhatsApp, uma conversa por vez.
Ticket, prazo, margem e ritmo são diferentes nos dois — e todo número tem os três cortes.
Por número e por período: quantas conversas, quantas viraram venda e o tempo médio de resposta de cada pessoa que atende.
“Quem sumiu e vale mais de R$ 500 por mês?” — e ele mostra de onde tirou cada número.
Mediana das compras reais. Sem histórico, ele diz que não sabe.
De onde veio, que período, quais filtros.
O servidor recalcula. Preço na mão só vale pra baixo.
Fornecedor subir amanhã não muda a margem de ontem.
Português simples, dedo em tela pequena, sem “dashboard”.
Alíquota é dado com vigência, não constante no código.
Não sabe — e não inventa. Com uma ou duas compras ele mostra o cliente como sem ritmo. A partir da terceira o compasso aparece. Importando o histórico de vendas, nasce pronto no primeiro dia.
Serve, e é um dos motivos de ele existir. O balcão tem ticket menor e ritmo mais longo, então o sistema separa os dois — e a lista de quem chamar respeita o compasso de cada lado.
Não. Ele importa o XML das notas que você já recebe. Se hoje você emite por outro lugar, dá pra continuar — a maior parte do valor está em cliente, preço e estoque, não na emissão.
Produtos entram sozinhos pelas notas de compra. Clientes entram por planilha ou pelas primeiras vendas. Não precisa parar a loja pra migrar.
Não pede cartão e não vira cobrança sozinho. No sétimo dia o acesso pausa e a gente conversa. Seus dados ficam guardados — se voltar depois, está tudo lá.
Não. Cada loja tem os dados separados por dentro, e toda consulta filtra pela sua empresa. Quem entra na demonstração vê uma loja de mentira, com dados inventados.
Prefere conversar antes? A gente mostra com os números da sua loja.